
A “insustentável leveza” do corpo que sou
Jairo Nobre Mendes – 14/04/2013 – 02:24hs Sou muito sensorial e cinestésico e a base de toda reflexão sobre mim mesmo sempre foram minhas sensações

Belo Horizonte – MG
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Jairo Nobre Mendes – 14/04/2013 – 02:24hs Sou muito sensorial e cinestésico e a base de toda reflexão sobre mim mesmo sempre foram minhas sensações

por Jairo Nobre Mendes – 24/05/2020 ITINERAR Mais do que fragilidade;Sem densidade;Profundidade;Itinerância e consistência…Fluência…Aqui, ali e acolá;Transitar…Pulsar…Delicada fortalezaRuminar…Numinar;Como o beija flor;Um beijo em cada flor…

por Jairo Nobre Mendes – 11/05/2020 Alma de mãe Um olhar de lembrançasHistórias já idasEmoções presentesLágrimas não lidasUm contar de certas andançasCoração quenteAlegrias sofridasGostos, cheiros,

por Jairo Nobre Mendes – 11/04/2013 – 5:03hs Sopro Ventania que destróiForça que limpaBrisa suave que dissipaFluxos, e refluxos que sãoSopro de vidaCaos e harmoniaNão

por Jairo Nobre Mendes – 08/04/2020 Poema Matinal Dia a clarearLua cheiaUm prepararUm cuidarPoema no arAlgo velho e novoNada de novidadeCinestesiaTudo e nadaSim e nãoO

por Jairo Nobre Mendes – 22/03/2020 Cinquentena A cada tempo que háAonde quer que estáPor onde váSurpresa viráÉ no aqui e agoraQue deve estarSeparado e

Texto: Jairo Nobre Mendes, 07/03/2015 Imagem: Paulo Ghiraldelli CORPO UTÓPICO (inspirado no texto de Michel Foucault) Corpo presenteDelicadamenteImaginariamente“Anatomias imaginárias”Que desenha na ausênciaA presença que se